saúde

Vivemos tempos onde a tecnologia está presente em todo o lado — nos nossos bolsos, nas nossas casas, até nos nossos punhos. Ainda assim, quando falamos de saúde, há quem olhe com desconfiança para o fenómeno crescente da digitalização. Mas a verdade é que a prestação de cuidados de saúde via digital não é uma tendência passageira, neste momento tornou-se numa necessidade.

A Organização Mundial da Saúde tem vindo a reforçar o papel estratégico das tecnologias para garantir o acesso universal à saúde. Não estamos apenas a falar de aplicações para marcar consultas ou de relógios que contam passos, falamos de ferramentas que podem salvar vidas. Desde plataformas que permitem diagnósticos à distância, de sistemas que minimizam erros clínicos, de dados que ajudam a antecipar surtos e a prevenir doenças.

Pensemos nas zonas do interior, onde existe carência de profissionais de saúde, assim como unidades de saúde a quilómetros de distância, nestes locais a telessaúde não é um luxo, é um elemento essencial. Vale a pena refletir também nos seniores, tantas vezes esquecidos, para quem uma simples telemonitorização pode fazer toda a diferença ou nos jovens com ansiedade, que encontram nas consultas online um espaço seguro que talvez não tenham noutras esferas da sua vida.

Mas para que esta revolução digital seja, de facto, inclusiva e eficaz, há perguntas que não podemos ignorar: Quem está a ficar para trás? Quem não tem acesso à internet? Quem não sabe usar estas tecnologias? E, sobretudo, quem protege os nossos dados de saúde, que são dos mais sensíveis que existem?

A saúde digital é uma ferramenta poderosa, mas como qualquer ferramenta, precisa de ser bem usada. Com ética, clareza, formação adequada para profissionais e cidadãos, mas sobretudo com investimento público sério em soluções estruturais.

Neste Dia Mundial da Saúde, talvez a pergunta certa não seja “estamos preparados para a digitalização de saúde?”, mas sim “podemos mesmo continuar sem ela?”. A resposta, creio, é evidente.

Rui Costa
Enfermeiro

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Ana Rosinhas

Nº da Cédula da Ordem dos Psicólogos: nº 29463

Formação académica

Licenciatura em Psicologia – Universidade Lusíada do Porto
Mestrado em Psicologia Clínica – Universidade Lusíada do Porto
Formação complementar em Avaliação Neuropsicológica e Avaliação do Desenvolvimento Infantil.

Áreas de diferenciação

Avaliação e intervenção psicológica com jovens adultos e adultos
Ansiedade, perturbações do humor e regulação emocional
Perturbações da personalidade
Autoestima e desenvolvimento pessoal
Dificuldades relacionais
Luto e adaptação à mudança
Orientação parental

Daniela Borba

Nº da Cédula da Ordem dos Médicos – 4925N

Formação académica relevante

Licenciatura em Ciências da Nutrição na Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto
Formação complementar, não académica em Obesidade, Emagrecimento e comportamento alimentar

Áreas de diferenciação 

Emagrecimento
Mudança de Hábitos Alimentares e estilo de vida
Comportamento Alimentar

Especialidade

Nutrição Clínica

Vanessa pereira

Psicólogo inscrita na Ordem dos Psicólogos Portugueses de Membro Efetivo: 32186

Formação académica

Especialização Avançada em Psicologia Clínica e da Saúde (CRIAP)
Mestre em Psicologia: Especialização em Psicologia Clínica pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Licenciada em Psicologia pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Formação Profissional de Psico-oncologia na Criança e Adolescente (ReConstruir)
Formação Profissional de Depressão no Adulto (ReConstruir)
Formação complementar diversificada nas áreas do luto, psicologia oncológica, ansiedade, imagem corporal e adaptação ao ensino superior.

Áreas de diferenciação 

Intervenção na doença oncológica e doenças crónicas (todas as fases);
Intervenção com abordagem cognitivo comportamental, humanista, existencialista, narrativa e de aceitação e compromisso;
Avaliação e intervenção em perturbações depressivas, de ansiedade, trauma, luto, perturbações alimentares, adaptação a mudanças nas várias fases de vida e imagem corporal.