A época natalícia é a mais temida pelo impacto que poderá ter no aumento de peso corporal

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A época natalícia é a mais temida pelo impacto que poderá ter no aumento de peso corporal, nesta época verifica-se todo um mês de excessos alimentares, quando deveriam ser apenas dois dias pontuais, e é este comportamento que por norma está associada ao aumento de peso.

Mais do que reduzir a quantidade de açúcar dos doces natalícios, que são sempre em exagero, ou assumir o pensamento de “perdido por 100, perdido por 1000”, devemos aproveitar os dois dias de Natal sem fundamentalismos. Para tal, a nossa Nutricionista deixa algumas dicas para o chamado controlo de danos:

1. Não ceder à tentação de comer tudo no mesmo dia

Tem dois dias para provar as iguarias da mesa, portanto faça uma gestão correta.

2. Atenção às porções ingeridas

Provando apenas uma pequena porção, reduz o seu aporte calórico e retira o mesmo prazer.

4. Evite os chocolates

Guarde-os para o seu momento doce da semana durante os próximos meses;

5. Atenção às quantidades

Controle as quantidades a confecionar, para não ficar a sensação de “comer para não estragar”; 

6. Aproveite as sobras

divida em porções e partilhe com resto da família ou congele para usar posteriormente.

Natal é natal, não precisa de ser sinónimo de abundância.

Um Feliz Natal.

Drª Patrícia Reis Rodrigues

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Vanessa pereira

Psicólogo inscrita na Ordem dos Psicólogos Portugueses de Membro Efetivo: 32186

Formação académica

Especialização Avançada em Psicologia Clínica e da Saúde (CRIAP)
Mestre em Psicologia: Especialização em Psicologia Clínica pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Licenciada em Psicologia pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Formação Profissional de Psico-oncologia na Criança e Adolescente (ReConstruir)
Formação Profissional de Depressão no Adulto (ReConstruir)
Formação complementar diversificada nas áreas do luto, psicologia oncológica, ansiedade, imagem corporal e adaptação ao ensino superior.

Áreas de diferenciação 

Intervenção na doença oncológica e doenças crónicas (todas as fases);
Intervenção com abordagem cognitivo comportamental, humanista, existencialista, narrativa e de aceitação e compromisso;
Avaliação e intervenção em perturbações depressivas, de ansiedade, trauma, luto, perturbações alimentares, adaptação a mudanças nas várias fases de vida e imagem corporal.